martedì 27 gennaio 2015

NilzaCosta reviews on Dutch magazine 'Heaven', January/February, 2015.
                                                              By Pieter Wijnstekers.




“Con l’inverno alle porte non bisogna lasciarsi deprimere dal freddo e dalla neve. E che rimedio musicale migliore può esserci per combatterli che i commoventi album di queste tre signore brasiliane? ” […]



“In confronto al canto pacato e alla musica tranquilla che caratterizzano Bebel Gilberto e Ceumar, Nilza Costa possiede uno stile molto più possente al quale difficilmente si può rimanere indifferente. La cantante afro-brasiliana vive a Bologna, e possiede una voce piena e travolgente che deposita egregiamente sull’ottimo REVOLUTION,RIVOLUZIONE, REVOLUÇÃO. Undici brani che uniscono samba, jazz e afro-funk. Sul piano della composizione Nilza Costa forse non prevale sulle colleghe sopracitate, ma questa lacuna viene quasi interamente colmata dal fascino che emana dal suo album, al quale hanno collaborato oltre venti musicisti italiani che dimostrano di padroneggiare perfettamente il mix di stili musicali proposti da Nilza.”
Pieter Wijnstekers 





                                                                          Nilza Costa live@Stary Klasztar, Wroclaw, Polska on 17th November 2014


Casa di distribuzione: Xango Music



Co- prodotto da SoundLab/FonoFabrique

giovedì 15 gennaio 2015

 
Dona de um timbre grave poderoso que revela toda sua ancestralidade africana, a cantora e compositora Nilza Costa, baiana, radicada há 8 anos na Itália, lançou em 2014, aos 40 anos, seu primeiro álbum, Revolution, Revoluzione, Revolução, estreando em carreira solo.

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Segundo ela mesma conta na entrevista exclusiva que você confere logo abaixo, o que era para ser apenas a gravação de um single, a convite do estúdio italiano Studio Soundlub, virou um álbum autoral inédito de afro jazz/MPB. De lá pra cá, a artista, que canta em português, italiano, inglês, francês e yorubá, vem realizando o sonho de toda uma vida: perder a timidez e apresentar suas canções para o universo. 

E vem novidade por aí. Costa revelou à Eleven que já se prepara para entrar em estúdio novamente, para gravar o segundo álbum, intitulado Raíz, ainda em 2015.
Acompanhada de um time de músicos experientes, conhecidos na cena jazzista de Bologna, Nilza vem excursionando pela Europa, onde vem sendo elogiada pela crítica especializada e ganhando fãs. No Brasil, no entanto, a ex-integrante do coral do Olodum e da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), ainda é uma desconhecida.
Vamos conhecer um pouco mais sobre a história de vida dessa artista plural, que vem dando o que falar em terra estrangeira e promete ser uma das grandes revelações brasileiras no exterior esse ano.


Nasce uma estrela: cantora brasileira lança primeiro álbum aos 40 anos e excursiona pela EuropaNasce uma estrela: cantora brasileira lança primeiro álbum aos 40 anos e excursiona pela Europa

Nilza Costa/DivulgaçãoLívia Rangel - Conta um pouco da sua história. Onde você nasceu e cresceu, como foi a sua infância e onde a música entra na sua vida?Nilza Costa - Eu nasci em Salvador, no bairro do Garcia, em 1974. A minha infância foi de muitas dificuldades, mas fui muito feliz, me diverti bastante, principalmente, com a música. Estava sempre cantando por todos os cantos, escrevia tudo aquilo que pensava e lia muito jornais, revistas, principalmente, 'Sabrina', 'Bianca Julia', romances que achava nos lixos... Jorge Amado, enfim, tudo que tinha letra de imprensa. Eu acendia a vela e lia, porque em casa não tinha energia elétrica. 

A música sempre fez parte da minha vida, eu escutava a minha avó e a minha mãe, que cantavam sempre, e quando a minha avó me levava no candomblé ou nas igrejas catòlicas, eu estava sempre curiosa nos cantos.
Lívia - Ao longo da sua trajetória na música você já colaborou em grandes projetos como a Orquestra Sinfônica da Bahia e o grupo Olodum. Fala um pouco sobre o seu envolvimento nessas entidades culturais.
Nilza - Minha carreira como cantora solista eu comecei na Itália mesmo. Eu era muito tímida e não conseguia cantar como solista. Fiz parte de vários corais em Salvador, principalmente, na Igreja de São Lázaro. Depois fui estudar canto na Didá com o professor Jocemar e ele me levou para o Coro Cênico Olodum, onde fiquei por três anos. Fiz parte do Coro da Fundação Cultural do Estado da Bahia que era no Teatro Miguel Santana (no Pelourinho), com o professor/maestro Jorge Marques. Participei de uma audição da OSBA (Orquestra Sinfônica da Bahia), passei, frequentei um pouco mas não dei continuidade, porque junto com uma amiga cantora fundamos uma banda de reggae chamada Ujhama e fiquei até 2003. Depois dei um tempo em Trancoso, onde conheci o meu marido que me trouxe para Itália e me deu um ultimato: "Você deve cantar criatura!!”. Então, em 2006, continuei o meu sonho de sempre.
De todos esses projetos que participei o Coro Olodum foi aquele que tirou a minha timidez, me deu uma grande força e abriu a minha mente, foi ali que perdi o medo de mostrar o que escrevia e de mostrar a minha voz.
Lívia – Foi difícil a decisão de sair do Brasil e ir morar na Itália?
Nilza - Eu nunca tive a intenção de deixar o Brasil para morar no exterior, queria conhecer outros países sim, mas não para morar. Quando casei com um italiano que morava e trabalhava em Trancoso, no sul da Bahia, viemos para Itália.
Lívia - Tem vontade de um dia voltar a morar no Brasil? Como tem visto o momento político no país?
Nilza - Claro que tenho vontade de voltar, mas não nesse momento, justamente, porque tenho os meus projetos. Foi aqui que realizei o meu sonho como cantora e compositora. Musicalmente, tenho muito que agradecer a Itália por todas as oportunidades que encontrei aqui.

"Musicalmente, tenho muito que agradecer a Itália por todas as oportunidades que encontrei aqui"" 
Quanto ao momento politico do Brasil, eu penso que ainda faltam muitas mudanças, principalmente, na saúde e educação. Enquanto não tivermos essas mudanças básicas, a violência continuará. Eu votei no PT, mas ainda existem muitas falhas. O brasileiro deve estar sempre antenado, exigir qualidade e igualdade para todos.
Lívia - No estrangeiro, em geral, a música brasileira é vista como um selo de excelência. Como tem sido pra você atuar no mercado europeu?
Nilza 
- A música brasileira é uma referência fora do Brasil. Os europeus estão começando a conhecer outros gêneros musicais brasileiros, que são tantos mas poucos divulgados. A galera gosta muito do meu trabalho porque eu misturo muito os sons da nossa terra. Misturo principalmente a África que está dentro de nós. Em 2012, dois artistas italianos me chamaram para gravar um single, que se chama 'Vício', no qual fiz a letra e melodia.

"Os europeus estão começando a conhecer 
outros gêneros musicais brasileiros, 
que são tantos mas poucos divulgados"

Lívia - A turnê de lançamento de “Revolution, Rivoluzione, Revolução”, seu primeiro álbum, está rodando a Europa. Como tem sido a aceitação ao seu trabalho solo? Tem previsão de levar ao Brasil? 
Nilza 
- Estou muito feliz com a turnê. Em novembro de 2014, estive na Alemanha e Polônia, foi muito legal, houve uma grande participação do público, que cantava em português e yorubá. Me emocionei tantíssimo em cada lugar que estive. Eles gostaram tanto que em março iremos novamente. Quanto à aceitação do meu trabalho solo está sendo muito positiva, perdi totalmente a timidez. 
No Brasil, mandei alguns e-mails e encontrei um pernambucano maravilhoso que se chama Cristiano Brito, ele está trabalhando para que possamos levar esse projeto em algumas cidades. Estou ansiosa, mas sempre otimista.
Nilza Costa e sua banda
Afrobrazilian jazz: Nilza Costa e sua banda

Lívia - Falando ainda sobre o álbum, conta um pouco sobre como se deu o processo de composição das canções e as gravações.
Nilza - Eu estive no Studio Soundlab, em 2013, para gravar somente uma música, e eles gostaram tanto que me perguntaram porque eu não gravava um álbum. Foi uma surpresa pra mim, eu não esperava. Mas na mesma hora respondi que tinha várias canções e que era o meu sonho. Chamei os meus músicos que são maravilhosos, adoram a música brasileira e começamos a gravar. O álbum tem a participação de vários artistas de jazz da cidade de Bologna, e o Peppe Siracusa, que era meu guitarrista na época, fez a maioria dos arranjos, já que eu não toco nenhum instrumento. 
O álbum tem 11 canções, das quais nove são minhas letras e melodias. O Studio Soundlub e eu somos os produtores executivos do disco e hoje eles fazem também o trabalho de booking, management etc. O disco é distribuído pela Xango Music e FonoFabrique é a Etichetta Discografica Independente. Partiparam pelo menos 15 músicos (no disco). Em fevereiro, começo a gravar o meu segundo álbum.

"O álbum tem 11 canções, das quais nove 
são minhas letras e melodias. 
Em fevereiro,
começo a gravar o meu segundo disco
"

Lívia - Por quê a escolha do título “Revolution, Rivoluzione, Revolução"?
Nilza - Eu escolhi Revolution, Rivoluzione, Revolução em três línguas porque queria fazer uma revolução dos gêneros musicais que existem no Brasil. Fazer uma "fusion", revolucionar as ideias de mudança, de transição, etnias, sabores. O CD tem diversas línguas como português, italiano, inglês, francês, yorubá, latino, polonês e swahili. Quis fazer uma homenagem a mistura brasileira, que na verdade é uma mistura World Music. O próximo álbum se chamará Raíz
Lívia - Quem tiver interesse em adquirir o CD Revolution... pela internet como faz?
Nilza - 
Pode comprar através do http://nilzacosta.bandcamp.com/album/revolution-rivoluzione-revolu-o ou pelo site http://www.xangomusic.com/

venerdì 5 dicembre 2014

Carlo Maver - Tracce d’Africa (2014)

Il flautista, compositore e bandoneonista bolognese realizza il suo terzo e ultimo album, le cui forme di partenza sono quelle del jazz ma lo stile del disco si avvale poi di elementi appartenenti alla cultura musicale del cosiddetto “continente nero”. Fondamentale in questa direzione la presenza della componente etnica, curata ed esaltata dal batterista Roberto Rossi in un modo tutto personale.

Il vero protagonista è però il flauto traverso (Maver), che si impone, ma senza perdere la propria coesione con il contesto, sugli altri strumenti che lo accompagnano: chitarre (Giancarlo Bianchetti), basso elettrico (Davide Garattoni), sax (Achille Succi) ,vibrafono (Pasquale Mirra) e percussioni (Danilo Mineo, Roberto Rossi).

L’esperimento, da parte del compositore, di amalgamare lo stile jazzistico con altre influenze musicali non si ferma però soltanto alla musica africana, in quanto rispetto ad alcune tracce possiamo parlare anche di tango jazz, definito in particolar modo dalla presenza del bandoneon (Maver). Scelta discutibile: troppe pretese rischiano di far allontanare il progetto dallo spirito africano iniziale. In questo senso ricordiamo anche la partecipazione della cantante Silvia Donati che presta la sua voce per l’unica traccia non esclusivamente strumentale dell’album.

Timbricamente e ritmicamente variegato, espressivo e a tratti oserei dire intimistico, ma non sempre dotato di una coerenza interna, il lavoro di Maver è degno comunque di essere ascoltato con attenzione.

Virginia Settesoldi


lunedì 1 dicembre 2014



Nilza Costa live at KIT Café, a very suggestive location next to Rhine river in Dusseldorf, Germany
19th November 2014




With Federico Codicè (Guitar), Pippi Dimonte (Double bass) and Roberto Rossi (Drums)



venerdì 28 novembre 2014


Nilza Costa live at Stary Klasztar in Breslavia, Poland
17th November 2014






Whit Federico Codicè (Guitar), Pippi Demonte (Double bass) and Roberto Rossi (Drums)





giovedì 27 novembre 2014




Nilza Costa live at Galli Theatre Hamburg in Hamburg
14th November 2014




Roberto Rossi (Drums)


Nilza Costa (Voice)

Federico Codicè (Guitar)


Pippi Dimonte (Double bass)





 Watutsi Watutsi (Percussion)





Thanks to Petra Sorge Dos Santos's photos




martedì 11 novembre 2014

Nilza Costa na Ethno Jazz Festivalu!

"Revolution, Rivoluzione, Revoluçao”- to najnowszy album brazylijskiej piosenkarki i autorki tekstów Nilza Costa.

Nilza Costa pochodzi z miejscowości Ondina niedaleko Salvadoru w brazylijskim stanie Bahia, gdzie szczególnie mocno przenikały się kultury napływowych afrykańskich niewolników z tradycjami miejscowych plemion.

Z głębokim „czarnym” głosem, Nilza zaprasza słuchacza do odkrywania przeszłości sięgającej czasów mitów i tradycji kraju, którego ludność poprzez muzykę znalazła drogę do wyzwolenia.

Album charakteryzuje się klasycznymi dźwiękami world music oraz afro jazzu, gdzie afro-brazylijskie korzenie Nilzy wzbogacone zostały światem samby, jazzu, reggae i bluesa.
Piosenki śpiewane są w języku portugalskim, joruba (starożytny język afrykańskich niewolników) i włoskim.

Projekt zrealizowany został z udziałem muzyków jazzowych, między innymi z Boliwii, gdzie powstał album.

Nilza Costa szczególne wsparcie otrzymała od zaprzyjaźnionego gitarzysty Peppe Siracusa a także Giancarlo Bianchetti i Massimo Donno (gitara); Roberto Rossi i Cristian Vistoli (perkusja); Carlo Atti (saksofon altowy); Claudio Cadei (skrzypce), Davide Garattoni (kontrabas), Manuel Dimba Monteiro (perkusja); Gianluca Sia (saksofon sopranowy) i Silvia Donati, Carlotta Monti i Francesca Biancoli (vocal).

Na scenie podczas koncertu artystce towarzyszą:
Roberto Rossi - perkusja
Federico Códice – gitara
Pippi Dimonte – kontrabas


17.11.14 godz.20.00
Klub Muzyczny Stary Klasztor
ul. Purkyniego 1, Wrocław



Ethno Jazz Festival – Muzyka Świata w Starym Klasztorze
NILZA COSTA (Brazylia) - koncert promujący płytę „”Revolution, Rivoluzione, Revoluçao”
bilety: 35 zł – miejsca siedzące, 25 zł – wejściówki (studenci i uczniowie)


Bilety dostępne w sieci salonów Empik i MediaMarkt w całej Polsce oraz w serwisach:
www.biletin.pl, www.ticketpro.pl, www.ebilet.pl, www.eventim.pl, www.biletynarock.pl
rezerwacje: bilety@o2.pl